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Saiba por que Elvis Presley era um babaca


Há quem chame Elvis Presley de o “Rei do Rock”. No entanto, o mais rebolativo de todos os cantores do gênero está mais para “Rei dos Hipócritas”.

Sim, Elvis não passava de um babaca, que durante encontro com o também desprezível presidente norte-americano Richard Nixon, ofereceu-se como uma espécie de “soldado” da infeliz & interminável guerra às drogas.

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A reunião bizarra aconteceu em dezembro de 1970, em Washington D.C, após Elvis enviar à Casa Branca uma carta disponibilizando-se a fazer “qualquer serviço” pelo país. Segundo reportagem da revista eletrônica Smithsonianmag, o objetivo do cantor era conseguir mais um distintivo policial para sua coleção – no caso, o mais importante deles: um crachá de agente federal do Bureau de Narcóticos e Drogas Perigosas.

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Drogado que só, o mais hipócrita dos roqueiros queria mesmo era o aval para poder ultrapassar qualquer fronteira de qualquer país sem a necessidade de fiscalização, carregando as drogas e armas que tanto lhe apeteciam. “O distintivo do Bureau de Narcóticos significava para Elvis algum tipo de poder máximo”, atestou sua ex-esposa Priscilla Presley no livro de memórias intitulado “Elvis and me”.

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“Estou ao seu lado”, disse Elvis a Nixon, segundo relatos que constam no livro Smoke Signals, A Social History of Marijuana—Medical, Recreational and Scientific, de Martin Lee. “Elvis concordava com Nixon na ideia de que substância ilegais, incluindo a maconha, assim como a contracultura e o movimento hippie (também conhecidos por fuarem maconha) estavam destruindo a sociedade americana”, escreve Lee. Até os Beatles tiveram o filme devidamente queimado na ocasião pelo fato de usarem maconha.

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É claro que, com todo seu charme e influência, The Pelvis levou pra casa a tão sonhada patente.

Se ele fosse careta, OK. Mas não, o motherfucker era um legítimo viciado patológico acostumado a encher a cara de barbitúricos, analgésicos e anfetaminas. Não por acaso, o infeliz morreu em 1977 de uma overdose múltipla. “Embora estivesse se suicidando aos poucos ao abusar de medicamentos farmacêuticos, Presley não se reconhecia como um viciado em drogas”, relata Lee. “Elvis adotou o conceito proibicionista em relação à maconha, mas justificava seus eventuais abusos de drogas com o fato de suas substâncias favoritas serem prescritas por médicos e adquiridas legalmente.”

Pois é…o que será que teria acontecido se Elvis tivesse trocado esse verdadeiro coquetel molotov de tarja preta por um legítimo verdinho? Isso jamais saberemos. O que se sabe é que The Pelvis era um hipócrita. E que descanse em paz.

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