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7 paranoias que podem bater quando você está muito chapado


Sensação de estranhamento, desconforto e uma certa perturbação. Sim, a paranoia pode afetar os maconheiros em certos momentos, sobretudo quando envolvem uso de altas doses de cannabis e variedades ricas em tetrahidrocanabinol (THC).

Embora os sintomas desagradáveis sejam mais comuns em canabistas principiantes, isso não quer dizer que os usuários frequentes estejam livres das fatídicas bad trips. Sobretudo em locais como o Brasil, onde a impossibilidade de testar e saber com precisão o que se está fumando pode colocá-lo em contato com produtos das mais variadas potências e composições de canabinoides.

Não importa o quanto de experiência você tenha com a erva, confira as 7 paranoias mais comuns que podem bater quando você chapa demais:

1)”Que horas são? Que dia é hoje? Parece que o tempo parou!”

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Baseado vai, baseado vem e – de repente! – parece que você está ali cristalizado no mesmo lugar há uma eternidade!

Um dos sintomas mais clássicos do uso de maconha, a sensação de que o tempo “congelou” não chega a ser uma bad trip por si só – mas pode transformar-se em uma se lhe fizer perder a hora de algum compromisso importante.

Portanto, fique atento ao relógio caso esteja fumando um antes do trampo ou de ir para o aeroporto pegar um voo, por exemplo. Caso contrário, simplesmente relaxe e curta a brisa que parece não ter fim, pois o fato é que ela passa logo.

2) “Phodeu! Todo mundo sabe que estou chapado”

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Dar um rolê em lugar público ou visitar a família logo após fumar um pode ser um desafio para muitos. Uma das paranoias mais comuns entre os maconheiros – sobretudo dentre aqueles que ainda não saíram do armário ou precisam frequentar ambientes excessivamente conservadores – é achar que “todo mundo sabe” que eles estão chapados.

Mas fique tranquilo: geralmente ninguém nota a chapação alheia, a não ser em casos de marofas proeminentes ou olhos excessivamente vermelhos. Para estes casos, vale sempre ter à mão aquele perfume estratégico e um bom colírio – ou óculos escuros, como já ensinou o bom & velho Raulzito.

No mais, dane-se a opinião dos outros e não deixe que esse princípio de mania de perseguição roube a sua brisa.

3) “Será que eu vou morrer?”

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Pronto, quando este pensamento fatalístico realmente passa pela cabeça da pessoa, é sinal de que a cannabis talvez fosse muito forte para a cabecinha em questão, propiciando uma espécie de “síndrome do pânico”.

Embora passageiro e completamente fora da realidade, o sentimento de “morte iminente” é muito desagradável e pode cortar a brisa da roda toda, uma vez que os companheiros de fumaça terão que interromper a viagem para acalmar o apavorado canabista.

Fique tranquilo, ninguém nunca morreu fazendo uso de maconha até hoje – e não será justamente você o primeiro. Lembre-se: a erva não mata e nem causa overdose.

4) “Será que isso é maconha mesmo?”

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Às vezes pode acontecer da maconha – ou concentrado – ser tão forte que a pessoa chega a desconfiar de que aquilo que é erva, mesmo que tenha sido a própria que plantou, produziu e apertou o baseado.

Se acontecer com você, segure a onda e saiba que, sim, isso é maconha – e só pode ser das boas pra te fazer viajar tão longe!

5) “Como isso pode ser considerado medicina?”

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Eis que, após um baseado ou dab bem servido, bate aquela sensação de estranhamento consigo mesmo. É como se você estivesse inadequado ou fora de contexto. As palavras já não conectam aos pensamentos, enquanto a comunicação com os outros já foi praticamente cortada.

Buscando se isolar e lidar com a própria loucura, enquanto a sua boca está mais seca que o semi-árido nordestino, sua mente não pode configurar como é possível que a erva tenha propriedades medicinais. Sim, de repente – e erroneamente, claro – você enxerga a maconha como uma verdadeira droga!

6) “Quem são essas pessoas ao meu redor?”

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Você sabe que fumou demais quando começa a questionar a existência dos próprios amigos ao redor: “Quem são essas pessoas? O que querem de mim? Por que estão rindo da minha cara?”.

Não se preocupe, na maioria das vezes eles sequer estão rindo de você e muito menos tramando algo contra a sua pessoa. Geralmente, a galera está apenas tão chapada quanto você – só que numa outra vibe, tendo aquele ataque riso típico das tão desejadas good trips.

7) “Preciso sair daqui! A polícia vai chegar a qualquer momento!”

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Nada mais brochante para um maconheiro do que escutar um som de sirene durante o sagrado #momento420. Ou então dar de cara com uma blitz no meio do rolê. Imaginária ou não, eis aqui a única paranoia que realmente pode te ameaçar, caso seja baseada em fatos reais.

Afinal, para quem vive em países proibicionistas como o Brasil, a polícia é realmente a única causa de morte, agressão e sofrimento dos maconheiros.

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