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Estudo afirma que uso de maconha durante a gravidez não prejudica o bebê


Graças às décadas de proibicionismo & desinformação, o uso de maconha durante a gravidez é um tema cercado de tabus, medos e suposições aleatórias.

Mas, conforme avança a legalização no mundo inteligente lá fora, finalmente começam a pipocar evidências científicas para aclarar esta polêmica questão.

É o caso de um recente estudo publicado na revista Obstetrics & Gynecology, garantindo que o consumo de cannabis por grávidas é seguro aos fetos em fase de crescimento.

Segundo os pesquisadores, o uso da erva na gestação não aumenta a probabilidade de partos prematuros e não ocasiona o nascimento de crianças abaixo do peso ideal.

Também não houve aumento no risco de aborto espontâneo ou atraso no desenvolvimento dos fetos.

O levantamento de dados foi feito a partir de informações colhidas em 31 estudos anteriores, incluindo a participação de mais de 130 mil grávidas – das quais pelo menos 8 mil relataram consumo de maconha durante a gravidez.

“O uso da maconha por gestantes não representa um fator de risco independente de resultados neonatais adversos. Dessa forma, a associação do consumo de cannabis e gestações problemáticas aparece concomitante ao uso de tabaco e outros fatores prejudiciais”, conclui o estudo.

Evidências anteriores

Não é de hoje que médicos estrangeiros dedicam-se a estudar as relações entre maconha e gravidez. No ano passado, um estudo feito por uma universidade canadense constatou que os bebês expostos à cannabis no ventre materno possuíam visão mais apurada.

Por outro lado, também em 2015 uma entidade médica dos Estados Unidos lançou um alerta sobre potenciais riscos do uso de maconha por grávidas.

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