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Pesquisa pretende traçar o perfil dos gays maconheiros no Brasil


A discussão em torno das relações entre o movimento LGBT e a cultura canábica vem criando novos espaços de debate entre o Maryjuana e seus leitores.

É impossível falar dos textos dessa coluna sem mencionar a quantidade de comentários e retornos que recebemos, seja de críticas construtivas a velha reação conservadora.

Uma coisa é certa: estamos conseguindo suscitar novos diálogos, novos temas e novos atores na cena canábica brasileira.

Ainda que seja apenas o começo, já é um grande passo em direção de uma cultura canábica mais inclusiva e menos homofóbica.

Pesquisa

Como exposto no último texto publicado na LGB(THC), uma etapa importante desse movimento que propomos é conhecer melhor sobre quem estamos falando. Com esse intuito, fizemos um questionário extremamente rápido de ser respondido.

Inspirados pela iniciativa pioneira do blog Sapatomica – que recentemente lançou uma pesquisa voltada às lésbicas maconheiras – decidimos lançar uma pesquisa semelhante, só que voltada exclusivamente aos homens gays/bi/trans que seja usuários de cannabis.

Lembrando que as meninas lésbicas/bi/trans devem participar da pesquisa clicando aqui.

Pesquisas como essa simplesmente ainda não foram realizadas no Brasil, seja de forma especulativa ou científica. Com perguntas simples, pretendemos desvendar algumas questões objetivas sobre o tema.

Juntos, os dados colhidos pelo Sapatomica e o Maryjuana consistirão no único e mais amplo levantamento sobre uso de cannabis na comunidade LGBT.

Se você se considera LGBT e consome maconha regularmente, não deixe de dar sua contribuição. É extremamente rápido e vai ajudar muito a trabalhar a visibilidade e os direitos que reivindicamos.

Apenas homens gays, bissexuais e transsexuais devem responder ao questionário, disponível neste link. Fique tranquilo que sua privacidade está garantida e os dados serão mantidos em absoluto sigilo.

Se você é heterossexual mas conhece alguém que preencha os requisitos, informe seus/suas amigos/as!

*Por Jonas França Leal, ativista e estudante de Ciência Política da Universidade de Brasília