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8 dicas para evitar o “jacaré”


Não sei aí na tua região, mas aqui pelas bandas do Sul do Brasil o termo “jacaré” refere-se a um dos fenômenos mais irritantes da rotina canábica: a queima irregular do baseado.  

Diz-se, portanto, que tem “boca de jacaré” aquele maconheiro de tragadas afoitas, que podem até mesmo inviabilizar o #momento420 na medida em que carbonizam – e desperdiçam – boa parte da erva.

Veja abaixo a representação exata de um legítimo “jacaré”:

Da qualidade da seda à potência das tragadas, são muitos os fatores que desencadeiam o desagradável fenômeno, que assola desde maconheiros de primeira viagem aos mais experimentados.

A seguir, confira 8 dicas para não “jacarezar” na roda:

1- Triture bem

Tesoura e dichavador são excelentes ferramentas para triturar a erva de maneira prática e rápida. Ao dichavar, busque uniformidade e homogeneidade, evitando deixar pedaços maiores e densos. Não esqueça de retirar os pequenos galhos que, muitas vezes, permeiam os buds.

2- Escolha uma seda de qualidade

Um papel de boa qualidade é fundamental para garantir a queima regular do baseado. Para evitar “jacarés”, prefira sedas específicas para cannabis, que hoje em dia estão disponíveis em diferentes formatos e materiais. Papéis ultrafinos feitos de arroz, cânhamo e até alfafa propiciam a combustão regular do baseado.

3- Enrole na medida certa: nem solto, nem apertado demais

Equilíbrio é a palavra-chave na hora de apertar um baseado de combustão regular. Ao dar o “tombo” e pilar, não pressione demais, pois cigarros muito apertados não carburam e tendem a jacarezar nas primeiras tragadas. Pelo mesmo motivo, também evite deixar solto demais, o que cria espaços e “bolsas de ar”, culminando no abominável “jaca”.

4- Acenda com cuidado

Para garantir que o baseado queime de forma vagarosa e regular, acenda cuidadosamente, evitando concentrar a chama em apenas um dos lados. Utilize isqueiros com chama baixa e tenha especial atenção com maçaricos.

5- Trague como um beija-flor

Tragadas muito abruptas e profundas estão entre os principais fatores que leva à queima irregular do baseado. Portanto, quem não quer ser tirado pra “boca de jacaré” deve aprender a tragar como um beija-flor: com pitadinhas leves e constantes. Não tenha pressa e saiba extrair o néctar de suas flores.

6- Gire o baseado

Outra dica para evitar a queima irregular do baseado é girá-lo entre um tapa e outro, permitindo que a chama se espalhe uniformemente.

7- Apele para a “goma”

Há quem tenha nojinho e há até mesmo quem considere a prática prejudicial à saúde. Mas o fato é que espalhar um pouco de saliva próximo à chama ajuda a seda a queimar de maneira mais lenta e regular. Só não vale exagerar e deixar o baseado molhado a ponto de não acender mais. Eca!

8- Tente outra vez

Em casos de “jacarés” persistentes, não resta outra alternativa senão “desmontar” o baseado e enrolá-lo outra vez. Caso contrário, você só vai se irritar e desperdiçar maconha. Não se esqueça de dispensar a maconha já carbonizada (aquela parte preta que fica na ponta), pois, além de nada saudável, ainda prejudica o sabor da erva.

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1 Response

  1. marina gavazzoni

    Olá, é a primeira vez que venho ao seu site. E eu achei realmente incrível! Você escreve de um jeito que dá pra entender tudo e eu me sinto bem familiarizada. Estou debulhando ele inteiro para aprender cada vez mais.
    Obrigada ai, beijos Marina G.

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