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6 coisas que você deve saber antes de escolher uma piteira de papel

Engana-se quem pensa que piteira de papel é tudo a mesma coisa. Aprenda a diferenciar a qualidade deste item cada vez mais presente nas sesh’s.

De uns tempos para cá, as piteiras tornaram-se item quase obrigatório no #kit420 dos brasileiros. Hoje em dia há até quem se negue a apertar um baseado caso não haja uma piteira em mãos.

Disponíveis em diferentes tamanhos e tipos de papel, elas ajudam a melhorar a degustação, facilitando as tragadas e evitando o desperdício. Assim, é possível fumar até a última ponta – e com muito mais facilidade.

Além disso, as piteiras ajudam a reduzir danos, na medida em que afastam a chama dos lábios e ajudam a resfriar a fumaça.

Evolução

No passado, quem desejava usar piteira não tinha muita opção se não improvisar utilizando cartões diversos – e a própria caixinha da seda, que costumava ser toda picotada.

A oferta de piteiras cresceu no ritmo vertiginoso da expansão do mercado de headshops, sobretudo nos últimos cinco anos. 

Hoje, elas podem ser encontradas em toda parte e numa diversidade de formatos e materiais, incluindo papel, vidro, madeira e cerâmica.

Piteiras de papel são as mais utilizadas

Embora seja cada vez maior a popularidade das versões em vidro, cerâmica e madeira, o fato é que as piteiras de papel ainda são as mais comuns nas rodas.

Isso se deve, em grande parte, à praticidade, eficiência e facilidade de uso das piteiras de papel. Isso sem falar na vantajosa relação custo X benefício.

Mas será que as piteiras de papel são todas iguais?

Engana-se quem pensa que, por tratar-se de um material relativamente simples e comum, o papel é menos complexo. 

Para começo de conversa, na hora de fabricar uma piteira é preciso escolher o papel certo, que tenha gramatura e composição específicas.

Além disso, com uma quantidade cada vez maior de marcas e produtos no mercado, é preciso ficar atento a outros detalhes que podem comprometer não só a qualidade do produto, mas também a sua saúde.

A seguir, confira 5 coisas que você deve saber antes de escolher uma piteira de papel:

1 – Qualidade do papel

Se você é daqueles que acha que papel é tudo igual, está mais do que na hora de rever os seus conceitos.

Existem piteiras sendo feitas com os mais variados tipos de papel – incluindo alguns NADA recomendados para esse tipo de produto.

É o caso do papel reciclado, que é feito a partir de restos de papel de todos os tipos – incluindo, até mesmo, resquícios de papéis e papelões com todo tipo de sujeira (incluindo excrementos), produtos químicos e outras impurezas que, com certeza, você não desejaria colocar na boca.

Simplesmente FUJA das piteiras feitas com esse tipo de papel.

2- Sem cloro, por favor

O papel, na maioria das vezes, é feito a partir da polpa da madeira e é naturalmente marrom. Sendo assim, as piteiras do tipo “brown” são as que possuem menos química.

Para branquear esse tipo de papel, as indústrias costumam utilizar cloro, que é uma substância nociva à saúde.

Por este motivo, o ideal é buscar por papéis que sejam clareados através de outros processos – a exemplo da tecnologia de clareamento por ozônio. Neste caso, as piteiras são identificadas com a sigla TCF (Totally Chlorine Free), totalmente livres de cloro. 

3- Não use piteiras coloridas

Qualquer papel que seja de outra cor que não branco ou marrom apresenta pigmentos (tinta) em sua composição, que não deveriam de forma alguma ser utilizados nesse tipo de produto, por serem potencialmente cancerígenas e prejudicarem o funcionamento do organismo.

Isso porque, ao sofrer a ação do calor, as piteiras feitas com papel colorido liberam substâncias nocivas que são um verdadeiro tiro no pé para quem busca reduzir danos à saúde.

Atenção: o mercado atual está abarrotado de piteiras feitas com um papel amarelado, que na verdade é o mesmo papel vergê encontrado nas papelarias. Se é amarelo, é porque leva tinta, então fuja com força!

4- Prefira as piteiras com frisos

Os picotes e/ou frisos das piteiras são importantes pois, além de ajudarem na hora da montagem, essas dobras fazem toda a diferença na contenção do fumo, evitando que pedaços da erva ou tabaco venham em sua boca na hora de tragar.

5- Maior nem sempre é melhor

Acredita-se que, quanto mais longa a piteira, mais afastada dos lábios estará a chama e, consequentemente, menores serão os danos da combustão.

Isso é verdade, porém, desde que a piteira longa em questão não seja feita de papel com tinta ou cloro. Caso contrário, o tempo de exposição da fumaça neste papel danoso é maior – assim como será maior o dano à saúde.

Ou seja: se for para usar uma piteira mais longa, que seja com papel da melhor qualidade, com menos química possível.

6- Explore outros tipos de papel

Para fechar, outra dica é buscar por piteiras feitas com papel que não seja de celulose, mas sim confeccionadas a partir de outras matérias-primas, a exemplo da cana-de-açúcar e algodão.

Além de utilizarem menos química na confecção do papel elas ainda são eco friendly, o que é ótimo para o planeta.

*Por: Equipe Maryjuana

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