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Coalizão a favor da maconha reúne pacientes de 13 países


Espalhe a boa !

Usuários de maconha medicinal de treze países uniram-se para criar a International Medical Cannabis Patient Coalition (IMCPC). A iniciativa foi anunciada durante uma conferência em Praga, República Tcheca, no fim de semana passado.A entidade reúne pacientes da Bulgária, Canadá,Estônia, República Tcheca, França, Israel, Itália, Latvia, Polônia, Eslovênia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

A primeira ação da IMCPC foi ratificar uma declaração solicitando à Assembléia Geral das Nações Unidas de 2016 que reclassifique a cannabis para uso médico, convocando uma Convenção Especial da ONU sobre Cannabis ou, simplesmente, excluindo a planta da Convenção Única das Nações Unidas sobre Narcóticos.

A declaração da entidade será entregue à Comissão das Nações Unidas sobre Entorpecentes em Viena ainda nesta semana por Pavel Bem, representante tcheco para a Comissão Global sobre Políticas de Drogas. “A política da ONU em relação à maconha é ultrapassada e está em desacordo com a sua missão em matéria de direitos humanos, assim como o direito a cuidados de saúde”, afirmou Steph Sherer, co-fundador da IMCPC.

“Durante séculos, conhecemos e fazemos uso dos benefícios medicinais da planta cannabis”, continuou Sherer. “Estudos científicos realizados ao longo das últimas três décadas confirmam o valor terapêutico da maconha e devem formar a base das políticas nacionais e internacionais.”

Criada em 1961, a atual classificação da cannabis pela ONU não considera as evidências científicas e clínicas sobre as diversas propriedades da maconha. Por conta de convenções como esta, milhares de pessoas ao redor do mundo – incluindo no Brasil – não possuem acesso à uma planta que lhes asseguraria mais qualidade de vida.

A criação da IMCPC não poderia surgir em melhor hora, justamente quando a ONU decide lançar infelizes declarações criticando a postura de países que regulamentaram o uso da erva, incluindo Uruguai e Estados Unidos.

*Fonte: Americans For Safe Access

**Foto: Vasil Haralampiev (Restart Bulgaria)

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