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Entidades internacionais declaram apoio ao Growroom


Espalhe a boa !
Principal fórum brasileiro de cultivo e ativismo canábico, o Growroom está sendo vítima do sistema proibicionista & hipócrita que impera no país.

Ao mesmo tempo em que os EUA e o mundo civilizado lá fora revisam suas políticas sobre a cannabis, por aqui ativistas do autocultivo são criminalizados. Na semana passada, a polícia gaúcha resolveu investigar os organizadores da 2ª Copa Growroom, que rolou em dezembro de 2013 em Porto Alegre, acusando-os de tráfico, associação para o tráfico e apologia ao uso de drogas.

No mesmo país onde um helicóptero com meia tonelada de cocaína foi “esquecido” pela mídia e autoridades, a perseguição aos ativistas, sim, é que parece um “deboche” dos mais infelizes, parafraseando o diretor do Denarc gaúcho, Heliomar Franco. Em solidariedade, entidades anti-proibicionistas internacionais estão manifestando apoio aos brasileiros. É o caso da Associação de Estudos da Cannabis do Uruguai (AECU), que publicou em seu site um manifesto em defesa do Growroom. Ativistas da Argentina também declararam apoio através do Facebook, como a Organización Cannabica de Bariloche (OCB).

Abaixo segue a íntegra da declaração oficial do Growroom sobre o caso:

“O Growroom é um espaço de redução de danos para usuários de cannabis e uma plataforma de ativismo, convivência e troca de experiências. Defendemos o cultivo caseiro como alternativa segura e consciente ao mercado ilegal da cannabis, amparado pela atual política de drogas proibicionista.

É expressamente proibido qualquer tipo de comércio da maconha na Copa Growroom. Afinal, trata-se de um evento lúdico que tem por finalidade reunir usuários de cannabis de todo o país, que cultivam a planta para fins pessoais.

O evento nada mais é que um churrasco, somente para maiores de 18 anos, onde os participantes avaliam a qualidade da erva que é cultivada por eles e discutem os mais variados temas que envolvem o debate sobre a política de drogas brasileira.
O espaço onde ocorreu o evento foi alugado para a realização de um churrasco de confraternização de fim de ano. Não houve qualquer participação ou ciência prévia dos proprietários.

Acreditamos que o cultivo caseiro – prática que já é contemplada pela Lei 11.343/2206 – deve ser regulamentado urgentemente, a fim de possibilitar que o usuário de maconha obtenha a erva sem precisar recorrer ao tráfico, que o coloca de frente a drogas pesadas e situações de perigo.

Pedimos urgência, também, no processo de descriminalização do usuário de drogas que tramita no Supremo Tribunal Federal, o RE 635659. Esperamos que o Brasil adote políticas de drogas mais racionais e humanas, que respeitem a liberdade individual de seus cidadãos, a exemplo do Uruguai e do estado americano do Colorado que, recentemente, legalizaram o uso da cannabis e mostraram ao mundo que é possível acabar com a injusta e assassina guerra às drogas.”

Aproveito para também manifestar total apoio aos amigos do Growroom nesta luta contra a hipocrisia e a favor da liberdade individual. Agora é a hora de provarmos ao Brasil que jardineiro não é traficante e que temos o direito de cultivar as flores que quisermos em nossos jardins! #NossaVitóriaNãoSeráPorAcidente #LegalizeOCultivoCaseiro

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