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Assim é a cultura canábica: cheia de palavrinhas & termos greengos inevitáveis que, mais cedo ou mais tarde, apresentar-se-ão até ao mais incauto dos canabistas.

É o caso de “spliff”, termo eternizado na obra de Bob Marley. Em versos como os de Easy Skanking, o cantor pede licença para acender o seu spliff maroto (“Excuse me while I light my spliff”).

Mas o que isso significa exatamente?

Usado de diferentes formas entre os maconheiros estrangeiros – sobretudo os nativos dos Estados Unidos e da Europa – o termo spliff refere-se aos cigarros de maconha misturados com tabaco.

spliff

O uso de tabaco misturado à maconha é tão comum entre os europeus, por exemplo, que há até mesmo coffeeshops na Holanda que disponibilizam tabaco como cortesia nas mesas para os clientes.

Já por aqui, os brasileiros preferem degustar a erva pura, enquanto há aqueles que costumam lançar mão do tabaco somente quando vão fumar haxixe.

Seja lá qual a sua preferência para o dia a dia, vale a pena testar – e, quem sabe, adotar – o spliff como opção para variar durante o sagrado #momento420.

Brisa do tabaco

Entre os adeptos do spliff, acredita-se que os efeitos cerebrais da maconha são ainda mais intensos e prazerosos quando combinados às propriedades estimulantes do tabaco.

Também há que alegue que os baseados misturados com tabaco queimam de forma mais uniforme e consistente.

Por fim, outra vantagem do spliff é auxiliar na economia de erva, sendo uma boa opção para aumentar o rendimento dos potes em períodos de seca.

E você, é adepto de um bom spliff? Ou prefere degustar a erva apenas ao natural? Deixe seu relato nos comentários abaixo ou em nossas redes sociais!

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